Ze´ev Hashalom é um Livre-Pensador A-Pátrida que crê
Dentre os mais variados âmbitos da Predileção pelo Saber, Ze´ev Hashalom apresenta-se como um apreciador da Exegese, Hermenêutica, Crítica Textual, Hebraico, Aramaico, Grego, Latim, Semiótica, Filosofia, Teologia, História, Teoria Literária e [d]as demais Disciplinas que estão associadas à Interpretação e Explicação de Textos [principalmente os textos do TaNaKh e da Hè Kainè Diathéke].
Ze´ev Hashalom também é portador de um aposto: ''O Cavaleiro da Subjetividade II'' e um lema: ''A Serviço das Manifestações Anti-Estéticas''. Tal aposto e lema o direcionam no Universo das Produções Literárias, bem como
Ze´ev Hashalom tem procurado difundir na WEB seus textos, os quais ele denomina "tentativas de reflexão", pois tem a triste consciência de que as editoras seculares, em geral, e as editoras evangélicas, em especial, estão direcionadas essencialmente para o homem-médio, que tem interesse apenas por coisas-médias, no plano do fluxograma das idéias. Assim sendo, ''O Cavaleiro da Subjetividade II'' não se ilude com a proposta de se render aos ritmos previsíveis de uma Cartilha Programada para se tornar um escritor popularesco. Não que ele julgue que o homem-médio deva ser descartado no plano de ''marketing'' das editoras... Mas homem-médio é homem-médio, e não se pode nivelar tudo com base no homem-médio. Nesse sentido, Ze´ev Hashalom acha hilário o projeto de muitas editoras que insistem na crença de que a Filosofia, a Teologia [ou qualquer outra Ciência Séria] possa[m] estar ao alcance de todos. Quando “O Cavaleiro da Subjetividade II” ouve tal disparate, ele não consegue, de fato, conter os seus “[sor]risos húngaros”.
Ze´ev Hashalom em seu “sistema discursivo”, se é que podemos assim definir o conjunto de suas ''tentativas de reflexão'', não se coaduna com qualquer abordagem que esteja comprometida, até o mais profundo das vísceras, com qualquer que seja a Tradição Humano-Místico-Religiosa, incluindo – imparcialmente – a Tradição do Clero Protestante. É com base
Ze´ev Hashalom, através de seu Sistema Discursivo, sente-se plenamente livre e apto para Questionar ou [Re]Considerar] qualquer Sistema Discursivo, incluindo o seu, sem apresentar o mínimo escrúpulo para com a Tradição Humano-Místico-Religiosa dos seres humanos, porquanto ela é instauradora de equívocos que operam apenas em favor de um humanitarismo secular que se opõe[m] aos Benditos Preceitos do Eterno, os quais estão presentes, incontestavelmente, no TaNaKh e na Hè Kainè Diathéke. Por isso, pode-se perceber o recurso de que ele se vale ao Revis[it]ar os seus Textos. “O Cavaleiro da Subjetividade II” concebe o “texto definitivo” como um “mal necessário no Plano das Comunicações, pois não se pode retificar ad infinitum um Discurso, tendo em vista a melhor precisão no Plano da Transmissão das Idéias, principalmente quando nos referimos ao Discurso Grafado”.
Algumas pessoas dizem que a linguagem de Ze´ev Hashalom poderia ser menos complicada, pois assim o seu público poderia ser mais amplo. Não se trata, porém, de uma maior amplitude em termos de público-alvo que Ze´ev Hashalom esteja a almejar. Trata-se tão somente de uma Reflexão Crítica – mais sutil e des-conectada do tom de exortação característico do evangeliquês padronizado em clichês – que “o Cavaleiro da Subjetividade II” esteja a disseminar, ainda que de um modo limitado. Outras pessoas o acusam de “metido a restaurador da igreja”. Mas como Ze´ev Hashalom pode ser “restaurador da igreja”, se em seu sistema discursivo “as soluções não têm um local definitivo, ou até mesmo nem podem existir em alguns casos, haja vista que no fluxo inevitável dos labirintos controversos do éthos cosmo-lógico qualquer solução está fadada ao equívoco”, assim nos diz Ze´ev Hashalom.
“O Cavaleiro da subjetividade II” não pretende, em hipótese alguma, ser um representante daqueles que ele categoriza como sendo “os terminais messiânicos”, como se o Eterno estivesse limitado aos esforços humanos no plano das Performances sócio-místico-evangelicais para resgatar o Mundo. Pelo contrário, sua proposta como Livre-Pensador é simplesmente compartilhar com seus leitores, atuais e potenciais, os seus "insights" a partir de outros ângulos que não estejam comprometidos com as velhas cartas marcadas de qualquer que seja a Tradição Humano-Místico-Religiosa dos seres humanos mortais, incluindo a “idioscopia” unilateral do Protestantismo Germano-Franco-Anglo-Saxônico [-Brasileiro também]. “O Cavaleiro da Subjetividade II” insiste na Concepção da Teo-Logia como sendo de Essência Trans-Étnica. Nada de Subserviência[s] Gnosio-Ideo-Teo-lógica[s]...
O Sistema Discursivo de Ze´ev Hashalom vale-se de muitos neologismos para expressar determinadas tendências ou conceituações que estão presentes
Ze´ev Hashalom julga inadequado aderir obstinadamente a qualquer Sistema Ideo-Teo-lógico. Para “o Cavaleiro da Subjetividade II”, o arminiano extremado é primo-irmão do calvinista inveterado, pois ambos estão sedimentados na mesma Dimensão de Percepção dos Fenômenos: a limitadíssima Uni-Lateralidade. No Sistema Discursivo de Ze´ev Hashalom, a necessidade de adesão a um desses dois Sistemas Ideo-Teo-Lógicos [ou a demais outros sistemas que sejam antagônicos] para consideração dos Objetos implica "restrição des-necessária" no processo de uma autêntica Inquirição dos Objetos que estão presentes na Realidade, tanto da Realidade Sensível, quanto da Realidade Inteligível.
Para se inteirar do Sistema Discursivo de Ze´ev Hashalom é necessário, pois, a Pré-Disposição para se [re]considerar os Objetos Gnosio-Teo-Lógicos a partir de uma Análise Espectral que esteja situada numa dimensão favorável ao Paradoxo, à Des-Construção, à [Des]Continuidade, ao Desafio do[s] [Anti]Dogma[s] e ao Processo Incessante de Questionamento dos Clichês e Lugares-Comuns.
Para se inteirar das “tentativas de reflexão” de Ze´ev Hashalom, basta apenas solicitar-lhe a adesão para ser um Ze´ev´s Receiver [Receptor de Ze´ev] através do e-mail de tão controversa Verve Gnosio-Teo-Lógica que é zeevhashalom@gmail.com
Ze´ev Hashalom, “O Cavaleiro da Subjetividade II” está por aí como um representante da Tentativa de Reflexão Anti-Sistematizada não para Solucionar, nem para propor Métodos, Sistemas ou Aconselhar. For him Exhortation[s] must be in probability way[s] too, in fact... Seu Objetivo como free-thinker é ampliar o espaço para os [in]satisfeitos que se [re]voltam contra o Anti-Dogma Legal[ista] que se apresenta equivocadamente como o Dogma Essencial do Cristianismo através dos Séculos.
[Re]Partam entre si as migalhas de suas “tentativas de reflexão” como se estivesse[m] [in]dispostos a [re]considerar o equívoco da Pré-Potência de qualquer Sistema que ousa[r] provar ou des-acatar a Veracidade do Cristianismo segundo qualquer Criteriologia Humana. O Cristianismo não depende da nossa Fidelidade porque a nossa Fidelidade não existe. “Somos todos in-fiéis ao Redentor do Mundo, do ponto de vista da Finitude dos Mortais Humanos. Através do Paradoxo da Graça, Amor, Misericórdia e Fidelidade do Eterno – que é Bendito para Sempre – só podemos ser Fiéis, pois não podemos ser categorizados de outra forma, pois Paradoxo é Paradoxo, e a Graça, o Amor, a Misericórdia e a Fidelidade do Eterno só podem ser concebidas por nós, cristãos-mortais-banais, de um modo paradoxal... Paradoxo e Modo Paradoxal da Concepção do Paradoxo nos incitam ao brinde inefável de nossa gratidão ao Eterno por tão Fenomenal Salvador e Redentor que Ele enviou ao Mundo”. Com tal [Re]Consideração Intro-venosa, proferida pontualmente pela Verve Inquietante desse Livre-Pensador A-Pátrida, finalizo a minha Sinopse sobre “Ze´ev Hashalom, o Cavaleiro da Subjetividade II”, aquele que está “a Serviço das Manifestações Anti-Estéticas”, custe o que custar.
Vá em frente, nobre “Cavaleiro da Subjetividade II”. Ouse cada vez mais, ainda que você não [re]pouse...
de Ze´ev Hashalom, o Cavaleiro da Subjetividade II.
Stuttgart, Alemanha, 2008.